Destino: posso fugir-lhe? - 28 Maio 2008
Por Rita Costa
O ciclo de Encontros Mensais do CUPAV deste ano terminou “em grande” no dia 27 de Maio de 2008, com um tema que despertou a curiosidade de todos.
Tivemos a honra de receber o Padre Nuno Tovar de Lemos, s.j., actual director do CREU e autor do best-seller O Príncipe e a Lavadeira, que encantou o público presente com a sua enorme fluência e simpatia.
Interrogamo-nos tantas vezes na nossa vida se x ou y foram um mero acaso do destino ou uma simples coincidência. Na opinião do orador uma coisa é certa, caso o destino existisse Deus seria o “homem das marionetas”, que comandava todas as ligações. E nós? Seriamos as marionetas? Pois bem, para aqueles que acreditavam que era assim, neste dia “quis o destino” que soubessem que Deus tinha objectivos maiores para nós!
Não faz sentido falar em destino sem se falar em liberdade. A história das nossas vidas está escrita apenas até ao aqui e agora, quis Ele que fossemos os senhores do nosso destino. Construímo-lo através das nossas escolhas, criativas e responsáveis, mas no caminho vamos esbarrando com alguns condicionantes. Apelidadas pelo Padre Nuno como Forças do Destino, incluem-se aqui a sociedade, os nossos instintos, o nosso passado e o pecado. Conclusão: a nossa liberdade é real mas não é infinita!
É como se Jesus nos oferecesse um carro para as mãos, a funcionar e bem abastecido, sendo Ele o nosso co-piloto. Podemos fazer-nos à estrada sozinhos, mas com Deus a viagem é “certamente” diferente. Essa viagem teria como destino a Liberdade Interior. Chegados lá encontraríamos quatro pilares fundamentais para a nossa vida: Noção de Consciência, um Ideal Maior, Fé e o Perdão.
Parece que estávamos destinados a sair esclarecidos deste Encontro Mensal mas ainda houve tempo para perguntas, debate com o Padre Nuno e o habitual chá preparado pelos animadores.


