Celebração Penitencial - 01 Abril 2009
Por Sofia Ferreira Lima
Nos dias de preparação para a Páscoa, podemos imaginar - como é tradição da igreja -que nas igrejas de todo o país existem milhões de cristãos reunidos em reflexão, oração, e desejo de re-aproximação de Deus. Um pouco como um casal que um dia tem que sentar e pôr em claro aquilo que se tem magoado, e se perdoar.
Foi nesse espírito que iniciámos a nossa noite de Celebração Penitencial. E fizemo-lo com a representação de um conto que falava de um Anjo da Guarda. O anjo andava muito preocupado com o seu protegido: era tão boa pessoa, religioso e cumpridor... mas não compreendia que a finalidade da vida era ser imensamente feliz. No fim chegava então à conclusão de que é para se ser feliz que se é religioso e cumpridor.
Depois dessa breve introdução iniciou-se o tempo de oração individual, com a possibilidade de receber o Sacramento da Reconcliação. Num ambiente iluminado com velas distribuídas pela igreja e música de Taizé realizavam-se, em simultâneo, as confissões e um acto de oração. Cada pessoa escrevia num papel o que queria dizer ou pedir a Jesus e ia oferecer ao altar. Ali havia um cesto de onde se retirava a resposta de Jesus, a partir do Evangelho, acreditando que, pelo espírito Santo, iluminaria a vida concreta de cada um.
Parece que as respostas de Jesus, tanto através do sacramento da reconciliação como através destas mensagens, tocaram muitos corações e a celebração terá tido muitos frutos.


